Quanto ao uruguaio Peñarol, a descrença era até maior. Havia tempos que a equipe não fazia uma grande campanha no torneio – a última que lembro é das quartas de final em 2001. Na fase de grupos, passou em segundo lugar sendo derrotado em casa no último jogo contra um dos eliminados. Nada muito animador… No mata-mata, empate em casa e improvável vitória fora contra o favorito Internacional. Nas fases seguintes, sempre considerado como azarão, passou por Universidad Católica e Velez Sarsfield. Não tem um grande time, mas a raça característica dos uruguaios fez a diferença e, 24 anos depois, os carboneros estão de volta a uma final de Libertadores.
Time por time, o Santos é melhor. Tem um dos melhores jogadores do continente e do mundo – Neymar – e tem conseguido resolver seus problemas defensivos, apesar dos 3 gols tomados no 2º jogo da semi-final em Assunção. Porém, jogando contra um time tradicional e contra este Peñarol que já mostrou que não se incomoda com a pecha de azarão, espera-se uma disputadíssima e emocionante final.












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